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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Salários na TI.


Olá Pessoal,

Em virtude da forte a respeito de salários, tomei a decisão de publicar algo mais elaborado sobre o tópico.
Hoje, no Brasil, organizações baseadas em Tecnologia da Informação e Comunicação carecem de recursos humanos qualificados. O texto visa fazer uma ánalise desse cenário e como isso pode afetar a remuneração dos profissionais de TI.
Partindo desse principio,  vale um questionamento:
Qualificação seria então diretamente proporcional ao salário?
Na minha opnião: Sim e Não.
Poque Sim?
É fato que maior qualificação tende a trazer maior salário.
Porque Não?
Lei da oferta e procura.  E é assim que o mercado funciona, com a mesma falta de humanidade da afirmação, a qual eu me desculpo, caso tenha ofendido.
Somos todos recursos e quanto valemos é o mercado que vai dizer. Estamos sujeitos as ocilações e o mercado de tecnologia sofre com a ausência de profissionais qualificados ou não.
Ainda nesse respeito seguem algumas reflecções:
Profissional é especialista em COBOL(tencologia antiga) e não aplicada em novos projetos. Esse profissional está fora do mercado, certo?  Errado, poucos tem conhecimento, poucos realmente dominam. Com isso a oferta dessa mão de obra é muito rara. E caso exista  procura, o preço sobe. Não existe “coboleiro”  Junior. E segundo que a procura não é tão baixa como pensamos.  Para melhor embasar  esse pensamento, vamos refletir sobre a lei da oferta e procura: 
Lei da Oferta e da Procura: Talvez a característica mais marcante das relações econômicas seja a lei da oferta e da procura que por explicar as tendências da procura e da oferta. Via de regra, quanto maior for a oferta de um produto ou de um serviço, se a procura se mantiver a mesma, menor será o valor cobrado por ele, pois a concorrência de mercado obriga a redução dos preços para tornar viável as vendas. Por outro lado se a procura é maior do que a oferta, a tendência é que o valor cobrado pelo produto seja maior.Em termos de profissões pode-se dizer que quando existe a formação de excesso de profissionais e falta de procura desses profissionais não há um equilíbrio entre a oferta e a procura e ocorre o que se chama uma saturação de mercado, em que não existem suficientes postos de trabalho para absorver os profissionais. Por outro lado pode acontecer que não exista oferta em excesso mas sim procura em falta. Este é um dos casos que acontece quando, por exemplo, a indústria progride e inova rapidamente. Deixa de haver procura de uma dada profissão ou qualificação que está sendo substituída pela procura de outra profissão ou qualificação em que ainda não há oferta suficiente, gerando desemprego que também está ligado com o aumento no numero de máquinas, que podem substituir a mão de obra.”
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_oferta_e_da_procura


# 4 dicas para pedir aumento:

Chegou à conclusão de que seu salário anda em baixa em comparação com a média de mercado? Veja como se preparar na hora de pedir um aumento para o chefe.

1. Faça um relatório com a média salarial do seu cargo no mercado de TI e a média paga pela sua empresa.
2. Leve em conta o tamanho da empresa em que trabalha — incluindo o seu faturamento e o volume de dívidas, se houver. Se está numa empresa pequena, não adianta querer ganhar o que a Microsoft paga.
3. Compare seu desempenho com os resultados obtidos pela empresa. Mostre como a sua área eo seu desempenho individual contribuíram para a boa performance da companhia.
4. Se o aumento for negado, tente negociar benefícios como notebook, celular, carro ou bolsa de estudo.

  

 # Entrevista com Especialistas #

#Entrevista1: Com  Sarah Pimentel, consultora de testes da HP, 8 anos em TI, sendo 5 deles atuando em teste de software, pos graduada em engenharia de software, certificada CTAL-TA e TM. Contato: sarah.pimentel@gmail.com


Pergunta 1- Como você vê o crescimento da demanda por profissionais de TI, especialmente a área de testes, e os salários estão sendo afetados por esse crescimento?

Sarah Pimentel: Compartilho da visão que tem sido exposta na mídia. Oportunidade tem, falta gente capacitada. Sobre salários, São Paulo tem uma média acima do mercado. Para profissionais mais seniores tem boas oportunidades com bons salários. Para juniores, tenho visto que os salários estão cada vez menores.

Pergunta 2- Poderias traçar um perfil de profissionais de testes que são muito valorizados pelas empresas de TI? E quais as qualificações essenciais para ser um profissional disputado?

Sarah Pimentel:  Automação e línguas estrangeiras (especialmente inglês) continuam sendo um diferencial. Um profissional que gostaria que trabalhasse comigo seria uma pessoa que trabalhasse colaborativamente, buscasse atualização constante por meio de eventos, blogs, livros ou outros meios e trouxesse inovação para o time. Habilidades técnicas são mais fáceis de desenvolver do que perfil pessoal.

Pergunta 3- Ao seu ponto de vista, é possível traçar uma carreira em Y no mercado de TI ?

Sarah Pimentel: Vejo algumas empresas trabalhando nisso, mas não é uma cultura vagamente estabelecida no Brasil ainda. Mesmo assim, não desencorajo ninguém a seguir na área técnica. Como eu disse, o mercado precisa de gente interessada e capacitada. Se esse for o perfil do profissional, ele vai conseguir se dar bem seguindo a área técnica. 

 
#Entrevista2: Com Vanessa Freitas Cândido, Mestre em Engenharia de Software, Certificada ISTQB. Experiência de 6 anos na área de Testes de Software, líder de equipe de testes até gerente de qualidade e testes, participando de projetos específicos de testes, tais como: o BTC (Brazil Test Center). Atualmente é líder de uma equipe de testes na MV Sistemas. 
Contato: vanessafcandido@gmail.com



Pergunta 1:  O mercado de TI do nordeste, especialmente na área de testes, está muito atrás do mercado do sul e sudeste?

Vanessa Cândido: Em relação à especialização dos profissionais da área de testes, o mercado de ti do nordeste está acima da qualificação dos profissionais de testes do sul do Brasil.
Lá existe uma grande carência de profissionais especializados nesta área. Existe mais demanda do que procura. Em relação à salário, o mercado de ti do nordeste está muito atrás sim do mercado do sul e sudeste. O profissional não só de testes mas de outras áreas de ti possuem o salário bem defasado comparado as regiões sul e sudeste mesmo considerando a diferença de custo de vida, a defasagem é gritante.Ex:Anal de testes Sênior Sul: Salário Inicial R$4500,00 Inicial CLT e
Anal. de testes Sênior NE : Salário Inicial R$3200,00 Inicial CLT

Pergunta 2:   Existe a idéia que, para um projeto de testes obter um bom retorno, os salários dos profissionais não devem ser altos, muitas vezes são contratados, estagiários ou profissionais com pouca experiência. Você concorda com essa idéia? Como você vê o mercado nesse sentido?

Vanessa Candido:  De forma alguma. O mercado não quer  profissionais em testes apenas para executarem scripts de testes pré-elaborados e sim profissionais criativos, especializados capazes de elaborar estratégias de testes adequadas para cada tipo de sistema, considerando suas abordagens, tipos, níveis e ambientes de testes, analisando também as possibilidades de automação se necessário.

Pergunta 3:   Na sua opinião, qual o perfil do profissional que mais é valorizado na área de testes?

Vanessa Cândido:  O profissional especializado e qualificado em todo o processo de testes, desde a elaboração dos planos de testes até a análise dos resultados, sendo conhecedor de técnicas de testes e de análise de defeitos escapados para que possa contribuir com a melhoria contínua do processo, aumentando dessa forma a cobertura dos testes e qualidade do produto.

 

Links legais: 


Tabela Estagiários: http://info.abril.com.br/professional/salarios-estagiarios/
Estagio em Y:  http://vocesa.abril.com.br/blog/estagiario-y/2011/09/01/nao-e-insubordinacao-nem-atrevimento/
Dicas para pedir aumento: http://info.abril.com.br/professional/carreira/voce-esta-ganhando-bem.shtml?3
Carreira em Y: http://www.empregoecarreira.com/voce-sabe-o-que-e-%E2%80%9Ccarreira-em-y%E2%80%9D
Media salarial TI : http://www.noticiastecnologia.com.br/tag/tabela-salarial-ti
Planilha geral salários: https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0Aklb-CXwPY5CdDdfcXp6eDBncVhWMU5UR2pYVDU2b3c#gid=0
Linkedin: http://www.linkedin.com/groupAnswers?viewQuestionAndAnswers=&discussionID=68220549&gid=3422151&trk=EML_anet_di_pst_ttle
Quanto ganha o profissional de qualidade:  http://www.slideshare.net/cristianocaetano/cargos-e-salarios-2010-quanto-ganha-o-profissional-de-qualidade-no-brasil
Mercado Salarial:  http://www.slideshare.net/petermuller/mercado-salarial-site-206071
O perfil de profissional: http://carreiradeti.com.br/o-perfil-de-profissional-mais-desejado-pelas-empresas/

terça-feira, 14 de junho de 2011

[Revista Testing Experience] Jun 2011: Improving the Test Process

Olá Pessoal,

Segue a nova edição online da revista de testes:Testing Experience, com tema de capa: melhorando processo de testes. Boa leitura!!   Baixe Aqui revista em .pdf

terça-feira, 19 de abril de 2011

[Técnica de Escrita de Testes] ALLPAIRS Test Case Generation Tool

Estou testando a ferramenta proposta por James Bach (ALLPAIRS Test Case Generation Tool). Aplicando a tecnica do Pairwise aliado a uma ferramenta de geração automática de casos de testes (ou cenarios). Otmizando e muito o processo da escrita dos testes. Primeiramente vou encaminhar alguns artigos legais sobre a técnica e em seguida demostrarei seu uso. Inclusive, gostaria de salientar que tive o primeiro contato atravez do V EBTS: Minicurso de automação com Luiz Fernando Corrêa.


1- A Técnica: 


Esta técnica é baseada na observação de que a maioria das falhas é causada pela combinação de apenas dois fatores (http://www.pairwise.org/). Em outras palavras, a causa da maioria dos bugs encontrados quando temos várias condições (ou variáveis) de entrada se deve ao conflito entre apenas duas delas. Por exemplo, se temos cinco condições de entradas para que o fluxo de um determinado workflow prossiga, caso uma falha seja encontrada, existe, aproximadamente, 95% de chance do motivo da falha ter sido causada pelo conflito entre duas condições apenas. Dificilmente alguma falha é resultante do conflito de três condições, muito menos de quatro ou cinco delas. Dessa forma, conclui-se que não é necessário testar todas as combinações. Em uma análise sobre testes realizada pelo NIST (www.nist.gov/) em 2003, apenas três entre 109 relatórios de testes indicaram que o conflito entre mais de duas combinações foi o responsável pela falha. Foi dessa estatística que encontrei o 95% citado acima.
Baseada nessa idéia, a técnica Pairwise tem como objetivo otimizar os testes, ou seja, reduzir os casos de testes, mantendo uma boa cobertura. A técnica seleciona um conjunto dentre todas as combinações possíveis (todas as combinações = teste exaustivo). Esse conjunto contém TODAS as combinações entre cada par de variáveis.
Cada combinação resultante da aplicação dessa técnica será um caso de teste. Mas os testes não ficarão descobertos excluindo as demais combinações? De acordo com as estatísticas nas quais a técnica Pairwise foi baseada, não. Apesar de que, idealmente, a melhor cobertura seja aquela com o maior número possível de combinações, temos que olhar também o lado do custo versus benefício. Estamos cansados de saber que o teste exaustivo de uma funcionalidade é caro. E muitas vezes, impossível.

Fonte: Daniel Lages @ Testexpert

Tabelas de pares (ou Array Ortogonal)

Provavelmente a mais complexa e menos utilizada das técnicas avançadas de Testes de Software. Ela não é utilizada por desconhecimento, pois muitas pessoas deixam algumas combinações de fora e utilizam outras milhares de combinações. Dessa forma, os profissionais normalmente acabam pecando na elaboração desses casos de teste (ou até mesmo durante a execução dos mesmos), fazendo a chamada "combinatory explosion". Cuidado!

A tabela de pares é criada quando precisa testar várias combinações de configurações. Sabe-se que é impraticável testar todas as possíveis combinações, levando isso em consideração, percebeu-se que a maior parte dos erros acontece em pares ou triplas. Essa técnica combina várias colunas de maneira que todos os dados se encontrem pelo menos uma vez, em pares.
Para melhor entendimento, veja a tabela a seguir.



Cada coluna significa um item de configuração, e cada linha são os casos de teste, ou seja, a combinação de valores. Por exemplo: deve-se testar um sistema fator 1 seria o Sistema Operacional (onde os dois itens existentes são: Windows XP e Linux) e o fator 2 o Navegador (onde os dois itens são: Firefox e Internet Explorer). A tabela ficaria assim:



Nessa tabela, perceba que todas as combinações foram testadas, ou seja, não é útil para apenas dois fatores. Como funciona?
Todos os fatores da coluna um devem ser combinados com todos os fatores da coluna dois que devem ser combinados com a coluna três e assim por diante. A ilustração da tabela a seguir, mostra a eficiência dessa técnica, se fosse fazer um máximo de combinações, três fatores com dois itens cada, resultariam em seis casos de teste. Portanto, utilizando a técnica, esses valores diminuem para quatro. Veja como:



Adaptando o exemplo anterior, supõe-se que o terceiro fator seria o tipo de conexão (banda larga e wireless), então, a tabela ficaria assim:



A pergunta é: está faltando algum valor? A resposta é não. Perceba que todos os valores da tabela combinam, em pares, com todos os valores da tabela:
- Windows XP combina com Firefox e IE (coluna dois) e com Banda larga e Wireless (coluna três). Mesma coisa para o Linux.
- Firefox combina com Windows XP e Linux(coluna um) e com Banda larga e Wireless (coluna três). Mesma coisa para o IE.
- Banda larga combina com Windows XP e Linux(coluna um) e com Firefox e IE (coluna dois). Mesma coisa para o Wireless.
Já existe uma forma de combinar esses fatores de maneira que não precise ficar gerando manualmente essa tabela. Existe uma técnica chamada Taguchi Orthogonal Array onde os valores já são pré-estabelecidos e só devem ser renomeados pelos valores em questão:  http://www.york.ac.uk/depts/maths/tables/orthogonal.htm 
Fonte: Luiz Gustavo @ Testavo


Outras boas Referências:

 http://www.developsense.com/pairwiseTesting.html

One of the leading exponents of the Robust Testing method is Madhav S. Phadke. His paper, Planning Efficient Software Tests, describes orthogonal arrays (of strength 2, mostly) and their application in software testing.
Elfriede Dustin wrote an article called "Orthogonally Speaking" in the September/October 2001 issue of STQE Magazine.
[Phadke, 1997] Phadke, Madhav S., Planning Efficient Software Tests. Crosstalk, The Journal of Defense Software Engineering, October 1997.
http://www.stsc.hill.af.mil/crosstalk/1997/10/planning.asp
[Telcordia, 1997] Cohen, D. M., et. al. The AETG System: An Approach to Testing Based on Combinatorial Design. IEEE Transactions On Software Engineering, July 1997 (Vol. 23, No. 7). http://www.argreenhouse.com/papers/gcp/AETGieee97.shtml
Hedayat, A.S., et. al. Orthogonal Arrays: Theory and Applications. Springer Verlag, August 1999.
Montgomery, Douglas C.Design and Analysis of Experiments, 5th Edition. Wiley Text Books, June 2000.


2-A Ferramenta:

Como falei, James Bach disponibiliza em seu site, satisfice , a ferramenta ALLPAIRS totalmente free, licença GNU. O download e instalação é bem simples: baixar o .zip: ALLPAIRS Test Case Generation Tool  e extrair em qualquer lugar no PC. Nos arquivos zipados há um documento de instruções gerais, assim como uma planilha de modelo para criação. O segredo é: criar as variáveis no excel ou afins e copiar e colar no notepad, salvando com extenção .txt. Em seguida abrir o prompt DOS e rodar o comanto no diretorio que está o allpairs: "ALLPAIRS VARS.TXT > TESTCASES.TXT". 
Será criado um arquivo .txt com a lista de testes cases e suas variações para serem criados. Realmente muito bom.

Segue alguns prints para ajudar:




 Print1: Criando o .txt, Como falei fiz no excel e copiei para o notepad. Não precisa editar nada.




    Print2: Executando o allpairs. : "ALLPAIRS TESTE.TXT > TESTCASES.TXT".




  Print3: Resultado da execução. 17 Testes cases sugeridos.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Nova edição da revista Testing Experience : Testing @ Domains

 New Issue: Testing @ Domains


The first issue of 2011 drives us crazy! We have received a great deal of articles and decided to issue many of them. Exactly 32! This seems more a book than a magazine…
What happened is that a well known company sent the call for papers to the internal testing group, which we really appreciate a lot. This caused that many of their testers handed in a paper. If we wanted we could issue more than one magazine with only these papers. Please understand that we can not do this, even if most of the papers are very interesting. This is a sign, though, of the good quality of the testers and also about the communication and collaboration within the company culture. I like it. The huge amount of work is done mostly by our lector and graphic designers.




Baixe a Revista completa em: http://www.testingexperience.com/testingexperience13_03_11.pdf

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

[Especial Fim de Ano] Qualidade para 2011- GoHorse Process e afins.

Qual a metodologia de desenvolvimento que sua empresa utiliza? Se você não soube responder ou ficou na duvida, é “GoHorseprocess”. Ou ainda pior: “Extreme-GohorseProcess-XGHP”.

Para começar, escrevi este artigo para ser o post especial de final de ano do meu blog, visando promover uma reflexão sobre “qualidade”, aproveitando para desejar um ótimo ano novo, repleto de “qualidade"!
Conheci o GHP por acaso, no inicio desconfiei, achava um monte de besteiras e coisas que o agregavam nada para a comunidade científica de TI. Mas com o passar do tempo, depois de passar por varias empresas, faculdades, projetos, enfim organizações com pessoas e padrões, vi que tudo aquilo tinha um sentido. Comecei a ver as coisas com um olhar um pouco mais critico, e assim, facilmente notava quando as coisas estavam “em produção” por ai de forma o tanto quanto “estranha”. Algo não pensado, planejado ou ao menos feito de bom grado. Tão conhecidas e rotuladas de: "soluções alternativas", "workarounds", "gambiarras", "macacos", "jeitinhos", "enrolations", "migués", "arrumadinhos" e por ai vai.


Para ilustrar tudo isso, segue alguns exemplos legais dessas "soluções alternativas". 




Voltando ao GHP, coisas tipo: “Pensou, não é XGH”,” Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.”, “ XGH não tem prazo”, “ Se iluda sempre com promessas de melhorias.” e por fim: “Teste é para os fracos: Para o Go Horse, qualidade é simples: tem que fazer direito a porra do trabalho!” . Refletindo um pouco sobre tudo isso, pesando nessas soluções alternativas que vimos por ai, cheguei a conclusão que o processo Go Horse está mais presente nas nossas vidas que nós pensamos. Para medir a qualidade é preciso saber qual o parâmetro será utilizado, se não há parâmetro, há bom senso, sé não há bom senso, voltamos para o Gohorse. E por ai está cheio de coisas sem bom senso e/ ou sem qualidade. Não me restrinjo a falar de TI, abrindo o leque para outras áreas, para o cotidiano em si, com certeza você vai se deparar com isso. O que faz um supermercado “multinacional” utilizar boiais de piscina fixadas com fita “durex” nas cancelas do estacionamento? É disso que estou falando. Será que estudaram na “FailFaculdades”(failfaculdades.com.br )? Pelo visto não. O ponto não é só resolver o problema, é resolver com qualidade!

É amigo, sem essa de: “ta pronto, só falta testar”. Nós de qualidade não podemos entregar os pontos e assumir o goHorse, ele tá ai, é a metodologia mais usada no mercado e ainda assim não queremos tirar essa certificação, não queremos ser referência e não queremos passar isso a diante. Soluções alternativas são até aceitáveis, com plano de ação e analise de risco atuando para contornar tudo isso. Fica a lição, “Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer”. Como dizem os mais experientes: “Preguiçoso trabalha dobrado.” no mundo corporativo, nem sempre trabalha dobrado, mas com certeza a empresa paga dobrado, triplicado ou mais. Adoto o Gohorse como lembrete, como um desafio de não utilizá-lo e evitar que outras pessoas utilizem. Conhecer bem o inimigo é uma vantagem crucial em uma guerra, por isso indico; conheçam o “GO-HORSE Process”. Reflitam e vamos entrar em 2011 com ainda mais “qualidade”!

Grande abraço e feliz 2011!
Felipe Silva 

Update2: 17/02/2011
Olha Ai...XGh aplicado aos veículos, mais exemplos? heheh


















Update:
É disso que to falando:


Update: 29-04-2011:
Extreme GoHorse aplicado a empresa de carteira de estudade e professor internacional.Acho que mudei so um pouco, da para usar assim ne?


quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nova edição da revista Testing Experience : Performance Testing



Olá Pessoal,

Segue a edição de junho da revista Testing Experience. Esta edição traz uma materia muito boa sobre testes de performance. Vale a pena!


PDF:http://www.testingexperience.com/testingexperience02_10.pdf

Boa leitura!


Felipe

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Comparando Estruturas de Testes em uma Organização

Artigo desenvolvido por dois profissionais gabaritados do CESAR que utiliza o artigo 4TestMethod- como referência.


Comparando Estruturas de Testes em uma Organização



Este artigo relatará uma experiência na implantação de três estruturas organizacionais de testes: Equipe
Independente de Testes, Equipe Integrada de Testes e Terceirização em quatro projetos do
C.E.S.A.R.(Centro de Estudos e Serviços Avançados do Recife), descrevendo como cada estrutura foi
implementada, enfatizando as dificuldades, os benefícios encontrados e também fornecerá um
comparativo entre as três estruturas.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

4TestMethod – Metodologia para Gerenciamento de Recursos numa Execução Manual de Testes

http://www.cesar.org.br/files/file/2006-8.doc

Autor(es): Felipe Silva e Thiego CarvalhoPublicado em: I SBTS
Data de publicação: Novembro/2006
Palavras-chave: Metodologia, Execução Manual de Testes e Gerenciamento de Recursos

RESUMO

Um dos fatores que levam a ocorrer defeitos escapados por falha humana é a maneira com que os testes são atribuídos para cada testador, por não existir um critério a satisfazer, acontece de determinados testes serem muitas vezes executados pelo mesmo testador, ou o testador não conhecer completamente os testes da sua equipe. Essas sucessivas repetições contribuem ainda para a falta de motivação dos testadores, levando-os a fadiga e limitando-os para as demais responsabilidades, desenvolvendo ainda vícios e abstrações gerados pela repetição da execução. Como forma de diminuir os defeitos escapados e melhorar a qualidade nos resultados obtidos, 4TestMethod é uma metodologia que analisa testes e testadores, resultando na combinação mais produtiva e mais confiável para os resultados reais, diminuindo assim os riscos de defeitos por falha humana. Além disso, esta metodologia se dispõe a distribuir o conhecimento entre o time de testes através da análise de distribuição das atividades e organização física entre os testadores.