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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Simulados Online da CTFL

 O Fábio Martinho divulgou na lista do Quality Assurance vários simulados da CTFL. Segue abaixo, os links:
Os simulados estão em inglês e o resultado é apresentado, após você completar ele. Uma boa para quem está se preparando para a CTFL do ISTQB/BSTQB.


Fonte: http://qualidadebr.wordpress.com/2010/12/11/simulados-online-da-ctfl/

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

[Especial Fim de Ano] Qualidade para 2011- GoHorse Process e afins.

Qual a metodologia de desenvolvimento que sua empresa utiliza? Se você não soube responder ou ficou na duvida, é “GoHorseprocess”. Ou ainda pior: “Extreme-GohorseProcess-XGHP”.

Para começar, escrevi este artigo para ser o post especial de final de ano do meu blog, visando promover uma reflexão sobre “qualidade”, aproveitando para desejar um ótimo ano novo, repleto de “qualidade"!
Conheci o GHP por acaso, no inicio desconfiei, achava um monte de besteiras e coisas que o agregavam nada para a comunidade científica de TI. Mas com o passar do tempo, depois de passar por varias empresas, faculdades, projetos, enfim organizações com pessoas e padrões, vi que tudo aquilo tinha um sentido. Comecei a ver as coisas com um olhar um pouco mais critico, e assim, facilmente notava quando as coisas estavam “em produção” por ai de forma o tanto quanto “estranha”. Algo não pensado, planejado ou ao menos feito de bom grado. Tão conhecidas e rotuladas de: "soluções alternativas", "workarounds", "gambiarras", "macacos", "jeitinhos", "enrolations", "migués", "arrumadinhos" e por ai vai.


Para ilustrar tudo isso, segue alguns exemplos legais dessas "soluções alternativas". 




Voltando ao GHP, coisas tipo: “Pensou, não é XGH”,” Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.”, “ XGH não tem prazo”, “ Se iluda sempre com promessas de melhorias.” e por fim: “Teste é para os fracos: Para o Go Horse, qualidade é simples: tem que fazer direito a porra do trabalho!” . Refletindo um pouco sobre tudo isso, pesando nessas soluções alternativas que vimos por ai, cheguei a conclusão que o processo Go Horse está mais presente nas nossas vidas que nós pensamos. Para medir a qualidade é preciso saber qual o parâmetro será utilizado, se não há parâmetro, há bom senso, sé não há bom senso, voltamos para o Gohorse. E por ai está cheio de coisas sem bom senso e/ ou sem qualidade. Não me restrinjo a falar de TI, abrindo o leque para outras áreas, para o cotidiano em si, com certeza você vai se deparar com isso. O que faz um supermercado “multinacional” utilizar boiais de piscina fixadas com fita “durex” nas cancelas do estacionamento? É disso que estou falando. Será que estudaram na “FailFaculdades”(failfaculdades.com.br )? Pelo visto não. O ponto não é só resolver o problema, é resolver com qualidade!

É amigo, sem essa de: “ta pronto, só falta testar”. Nós de qualidade não podemos entregar os pontos e assumir o goHorse, ele tá ai, é a metodologia mais usada no mercado e ainda assim não queremos tirar essa certificação, não queremos ser referência e não queremos passar isso a diante. Soluções alternativas são até aceitáveis, com plano de ação e analise de risco atuando para contornar tudo isso. Fica a lição, “Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer”. Como dizem os mais experientes: “Preguiçoso trabalha dobrado.” no mundo corporativo, nem sempre trabalha dobrado, mas com certeza a empresa paga dobrado, triplicado ou mais. Adoto o Gohorse como lembrete, como um desafio de não utilizá-lo e evitar que outras pessoas utilizem. Conhecer bem o inimigo é uma vantagem crucial em uma guerra, por isso indico; conheçam o “GO-HORSE Process”. Reflitam e vamos entrar em 2011 com ainda mais “qualidade”!

Grande abraço e feliz 2011!
Felipe Silva 

Update2: 17/02/2011
Olha Ai...XGh aplicado aos veículos, mais exemplos? heheh


















Update:
É disso que to falando:


Update: 29-04-2011:
Extreme GoHorse aplicado a empresa de carteira de estudade e professor internacional.Acho que mudei so um pouco, da para usar assim ne?


quarta-feira, 2 de julho de 2008

4TestMethod – Metodologia para Gerenciamento de Recursos numa Execução Manual de Testes

http://www.cesar.org.br/files/file/2006-8.doc

Autor(es): Felipe Silva e Thiego CarvalhoPublicado em: I SBTS
Data de publicação: Novembro/2006
Palavras-chave: Metodologia, Execução Manual de Testes e Gerenciamento de Recursos

RESUMO

Um dos fatores que levam a ocorrer defeitos escapados por falha humana é a maneira com que os testes são atribuídos para cada testador, por não existir um critério a satisfazer, acontece de determinados testes serem muitas vezes executados pelo mesmo testador, ou o testador não conhecer completamente os testes da sua equipe. Essas sucessivas repetições contribuem ainda para a falta de motivação dos testadores, levando-os a fadiga e limitando-os para as demais responsabilidades, desenvolvendo ainda vícios e abstrações gerados pela repetição da execução. Como forma de diminuir os defeitos escapados e melhorar a qualidade nos resultados obtidos, 4TestMethod é uma metodologia que analisa testes e testadores, resultando na combinação mais produtiva e mais confiável para os resultados reais, diminuindo assim os riscos de defeitos por falha humana. Além disso, esta metodologia se dispõe a distribuir o conhecimento entre o time de testes através da análise de distribuição das atividades e organização física entre os testadores.